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As Fadas e os Anjos preparam a magia do Natal

 

Um conto lindo!


"Uhhhh, uhhhh! Soam as sirenes do Palácio de Cristal das Fadas do Frio, que se situa no Alasca! Um lugar onde faz muito frio e todos vestem roupas quentes! Mas é também um lugar onde se sente a energia do sol e das suas fadas. Tiriri, a fada veloz, rapidamente entrega a notícia através do som emitido pelas suas conchas mágicas.

Que confusão no palácio! É junho, e as fadas do frio têm de se despachar para começar a preparar tudo para o Natal. Faltam menos de seis meses para esta quadra tão especial! Neste trabalho mágico de preparar o Natal, as fadas têm a ajuda de renas, corujas e ursos polares… mas, também, dos anjos do Natal.

No Palácio Natalício dos Anjos, há um anjo muito especial: Plintim. Ele usa sempre um gorro com sininhos, então todos lhe chamam o anjo sineiro. Ele faz tocar os sininhos do seu gorro, para avisar todos os anjos, com os seus sons, que comece um trabalho intensivo para o Natal que está a chegar.

Anjos e fadas são responsáveis por preparar a decoração do planeta, para que o espírito do Natal seja perfeito. Para que as crianças e os adultos sintam essa magia e felicidade.

As paredes do Palácio de Cristal das fadas estão pintadas com flocos de neve e com imagens bonitas dos diferentes natais que prepararam ao longo dos anos...

por outro lado, o Palácio Natalício dos Anjos é decorado com luzes de várias cores e imagens de muitas árvores que encontram na natureza, que eles cuidam e mimam, para que seja um símbolo desta data especial.

As fadas do frio e os Anjos Natalícios reúnem-se para planificar e distribuir o trabalho para que tudo seja perfeito. Plintim e Tiriri são responsáveis por distribuir as cartas em que se especifica o trabalho de cada um. Então, certificam-se que o frio chegue a todo o mundo, com mais ou menos intensidade, chegando a nevar em alguns países. Além disso, com o frio atraem algumas aves migratórias, bem como os animais que adoram o frio do inverno e, acima de tudo, o frio caloroso de Natal.



Durante o inverno, cobrem as florestas e céus de novas cores e energias; também enchem os seres humanos de alegria, porque o Natal está a chegar. As fadas coordenam as corujas brancas para distribuir, ao lado delas, a energia do frio por todo o planeta, também para levar o alimento dos pássaros e ensiná-los a procurar abrigo em tempos mais frios, incluindo o Natal mágico.

Por outro lado, os ursos polares levam notícias dos anjos e fadas, o espírito de Natal, que é responsável por supervisionar todas as tarefas e expandir a energia quente desta época… e assim sucessivamente.

Os anjos ajudam nos preparativos das árvores, uma vez que elas têm de estar fortes e bonitas para receberem o frio e serem capazes de brilhar mais do que nunca.

Mas a sua principal tarefa é ainda mais delicada e especial. Verás que, quando o mundo dorme, viajam por todos os seres humanos e tocam em cada um dos corações com seu o coração, desta forma, estão cheios de energia, amor, alegria, paz, solidariedade… para viver o Natal na íntegra! Sentindo grande felicidade e amor nos seus corações.

Depois de alguns meses de trabalho intenso, feito com muito amor por esta família especial, o Natal já está a chegar. As crianças e os adultos estão frenéticos nesta fase especial: cantam canções de Natal, comem doces da época, estão felizes nas suas casas com as suas famílias, com o calor do lar, recebendo os seus presentes… mas o mais importante e o mais fantástico é ver como todos os corações brilham e como todos os rostos desenham um sorriso. É Natal!

Os Anjos, as fadas e os outros ajudantes estão contentes porque tudo foi preparado a tempo e todos os seres estão felizes. As crianças brincam na neve e, além disso, como está frio lá fora, aproveitam para estarem quentes em suas casas e a desfrutar dos jogos familiares… Nas florestas, os animais, as plantas, as fadas, os duendes e outros seres de luz, estão felizes, porque veem como o céu estava coberto com uma bela camada de energia de amor e felicidade que invade todo o planeta".

As fadas do frio e os Anjos do Natal deixam uma mensagem muito especial:

“Desfrutem do poder de Natal, aproveitem o calor da família e o presente tão grande que é estarem todos juntos, com amor e felicidade! 
Vejam como a energia do Natal entra nos vossos corações! 
Guardem-na para que todo o ano seja Natal nos vossos corações.”.

Fonte: http://www.blogdacrianca.com/o-natal-chega-com-a-magia-das-fadas-e-dos-anjos/

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Abraçar 2022

 Abro os braços ao primeiro dia do Ano!



Sinto-me voar sobre as circunstâncias que virão. 365 dias de coisas novas!!! Como é entusiasmante começar um Ano Novo! Nesta caixa de surpresas, cada dia é um presente inesperado. 


No labirinto da vida, eu confio e rendo-me à Sabedoria Maior que me guiará para vencer os obstáculos.


Os meus Anjos me irão dar a mão para atravessar aquelas pontes altas que fazem medo.


E quando me sentir triste, alguém me virá oferecer flores e uma palavra amiga.

E assim... 365 dias serão mais leves e aprenderei que confiar é essencial para evoluir!

Como é saborosa esta entrega à Energia Divina!!!


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A AURA - A nossa melhor protecção

Ensinamentos do Mestre Omraam Mikhaël Aïvanhov

FASCÍCULO Nº. 3 - O DEVER DE SER FELIZ

Tal como a Terra, o homem está rodeado por uma atmosfera, digamos assim, e é a essa atmosfera que a Ciência Iniciática chama a aura. É através da nossa aura que comunicamos com as forças e as correntes que circulam no espaço; de acordo com as qualidades da nossa aura, de acordo com a sua sensibilidade, a sua pureza, o seu poder, recebemos ou não determinadas influências. Nós vivemos rodeados de correntes negativas, mas, se tivermos uma aura muito poderosa, muito luminosa, essas correntes não poderão passar e chegar à nossa consciência para nos abalar e nos perturbar.





Porquê? Porque, antes de nos atingirem, encontram a nossa aura, que age como um guarda fronteiriço e não as deixa passar.

A qualidade da nossa aura, a sua capacidade de nos proteger, depende da nossa forma de viver.

Naquele que se deixa levar pelas suas tendências inferiores, a alma torna-se semelhante a um pântano que só atrai as influências obscuras, tenebrosas. Como atrair boas coisas quando não se para de criar em si uma atmosfera destrutiva com os seus maus pensamentos, o seu rancor, os seus sentimentos de frustração? Ficai a saber que nesses momentos, mesmo que venham até nós coisas boas, somos nós próprios que as repelimos.

A questão que se vos coloca é, pois, a de saberdes trabalhar sobre a vossa aura para que ela receba apenas correntes favoráveis, criando assim em torno de vós uma espécie de campo magnético que vos protege e influencia beneficamente os seres de que vos aproximais. Eles não sabem porquê, mas sentem-se bem junto de vós. Na realidade, o que eles sentem é uma presença, a presença dos seres espirituais que a vossa aura terá atraído, porque as entidades celestes gostam da luz e, quando veem um ser rodeado dessa luz, acorrem até ele.

É, pois, todo um trabalho que deveis realizar sobre vós mesmos durante anos, para atrairdes tudo o que é verdadeiramente belo e benéfico no universo. Se eu vos perguntar: «Importa-vos verdadeiramente a vossa saúde, a vossa beleza, a vossa paz, a vossa felicidade? Importa-vos ser amados?”, todos respondereis: «Sim, não queremos outra coisa!» Então, por que não fazeis nada para as obter? Essas bênçãos não podem cair-vos em cima assim, por acaso. Trabalhar sobre a aura é o melhor meio para as atrair: através do amor, vós vivificai-la; pela sabedoria, tornai-la mais luminosa; pela força do vosso caráter, tornai-la poderosa; por intermédio de uma vida pura, tornai-la límpida e clara. Aquele que, pacientemente, sinceramente, se consagra à prática das virtudes adquire pouco a pouco uma aura imensa na qual não só as criaturas celestes vêm banhar-se, mas também os humanos se sentem alimentados, apaziguados, reforçados, guiados numa direção divina.

Fonte: Publicações Maitreya, Fascículo 3,"O dever de ser feliz", Omraam Mikhaël Aïvanhov

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Os 4 Elementos da natureza



O nosso mundo, o universo e tudo o que nele existe, consiste em quatro elementos principais: fogo, água, terra e ar. Tudo o que vemos à nossa volta pode ser descrito com a ajuda deles.

No nosso dia-a-dia, interagimos constantemente com esses elementos primários: andamos no chão, respiramos ar, aquecemos com fogo, bebemos água. O corpo humano também inclui todos os quatro elementos.

É surpreendente a ligação que temos aos quatro elementos da natureza. A forma como participam e influenciam a nossa vida surge de forma tão natural que nem nos apercebemos da importância que têm e quão próxima é esta nossa relação.

Os quatro elementos são uma referência em várias obras de expressão literária, plástica e filosófica em muitas culturas e desde há muito tempo. As escrituras sagradas da Índia e a medicina Ayurveda, bem como a medicina tradicional Chinesa são exemplos disso – todas elas defendem que o equilíbrio entre os vários elementos assegura o nosso bem-estar e a nossa boa saúde.




A totalidade das manifestações de diferentes energias da natureza é chamada de elemento.

Quando dizemos, por exemplo, “o elemento água”, não queremos dizer água específica num copo. É precisamente sobre as qualidades da água em geral, as suas características como elemento (fluidez, variabilidade, frio, mobilidade) – trabalhando com essas qualidades e condições na natureza ou em nós mesmos, trabalhamos com as características da água.

Somos todos pequenas partículas do universo. O homem é uma espécie de microcosmo. Não nos separamos do universo e da natureza, vivemos e nos desenvolvemos de acordo com as mesmas leis. Não apenas no nosso corpo, mas também na maneira de pensar, caráter e emoções, as energias naturais também aparecem.




Como é que a energia dos 4 Elementos se manifesta nas pessoas?

Viver SIMPLES!

Decoração maximalista: 15 projetos para se inspirar - Casa Vogue ...o




O prazer do desapego': minimalistas defendem que ter menos coisas cria mais liberdade.

Laís Modelli de São Paulo, para a BBC Brasil conta: "Eu precisava de acomodar todos os meus objetos num quarto bem pequeno".

Com a mudança, a comunicadora percebeu que, mesmo que não fosse uma pessoa de comprar em grande quantidade, guardara muita coisa e por muito tempo.

"Eu não sabia que tinha acumulado tanto porque todas as minhas coisas ficavam espalhadas num espaço maior, dentro de vários armários e gavetas que eu nunca via."

"Comecei um longo processo de avaliar cada coisa que tinha, doando e jogando fora, aos poucos, as que não tinham mais utilidade para mim. Assim estou até hoje. O minimalismo é um processo que nunca acaba", explica.

Ao perceber que, com menos coisas acumuladas à sua volta, o seu dia a dia se tornava mais fácil, Fernanda foi adaptando o minimalismo que aplicava à casa para todas as áreas da vida.





"Fui percebendo que ter a liberdade de sair de um emprego que não me faça bem, por exemplo, é mais importante que ter um salário fixo para gastar com objetos e coisas", conta. "A faxina também se estendeu à minha vida digital: saí de grupos de whatsapp e não fico mais conectada o dia todo".

A palavra "minimalismo" surgiu de movimentos artísticos do século 20 que seguiam como preceito o uso de poucos elementos visuais, e, aos poucos, foi migrando para o campo do social.

"Enquanto expressão comportamental da sociedade, o minimalismo é um reflexo de movimentos contraculturais anteriores, como o punk e o hippie, que questionaram a sociedade de consumo e seus excessos", explica o pesquisador em cultura e comunicação Marcelo Vinagre Mocarzel, professor da Universidade Federal Fluminense.

Diferente dos contraculturais, contudo, os minimalistas não buscam construir uma sociedade alternativa. "Os minimalistas têm buscado combater o consumismo por dentro do sistema. Isso quer dizer que eles trabalham, se vestem normalmente e até consomem."

"Em certa medida, os minimalistas se aproximam mais dos capitalistas clássicos descritos por Max Weber: capitalismo não é o problema para eles, mas sim esse capitalismo selvagem ancorado na ostentação e no desperdício", aponta.

De acordo com a escritora americana Francine Jay, autora de Menos é mais: Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida, livro considerado a "bíblia" do minimalismo atual, o minimalista valoriza as experiências e dá menos importância às posses materiais.

Quando não somos dependentes das coisas ou não somos mais definidos pelo que possuímos, os nossos potenciais e possibilidades são ilimitados", afirma a escritora.


Como definição, Jay explica que o minimalismo é um estilo de vida em que se vive com menos coisas para se ter mais espaço, mais tempo livre e mais energia vital.

Assim, para os minimalistas, não há como ter estas duas coisas em abundância: "ou se tem tempo livre, ou se tem coisas sobrando", explica a escritora.

"Quase tudo o que trazemos em nossas vidas - bens materiais, ideias, hábitos - devemos estar preparados a nos afastar a qualquer momento", propõe Joshua. "Muitos podem discordar por parecer insensível, mas é exatamente o contrário: a nossa preparação para se afastar é a forma mais avançada de cuidar."

Ter coisas versus ter tempo

Coisas sobrando - e transbordando - era como a modista Isabel Alves, 23 anos, definia sua vida até dois anos atrás.

"Eu gastava muito, principalmente com roupas e maquiagens", conta. "Nunca cheguei a formar dívidas, mas todo o dinheiro que tinha ia diretco para meu consumismo."

Quando Isabel percebeu que nunca tinha dinheiro para fazer com mais frequência o que realmente gosta - viajar -, começou a repensar sua vida. A faculdade de moda também ajudou a moça a refletir sobre a maneira como gastava o seu dinheiro.

"Antes de entrar na faculdade, admirava esse mundo da moda, até descobrir que não só o meio ambiente, mas várias pessoas pagavam (um alto preço) por esse tipo de consumo", lembra. "Mas durante uma aula, fiquei chocada com a indústria têxtil e percebi o quanto consumia uma moda de roupas baratas, porém descartáveis".

Pesquisando maneiras de consumir de forma consciente, a modista conheceu o conceito de vida minimalista e fez uma espécie de inventário de tudo o que possuía.

"No começo deste ano, saí da empresa em que trabalhava por não aceitar mais o pensamento comum na indústria da moda: 'vamos incentivar as pessoas a comprar o máximo'."

Outra mudança que o minimalismo trouxe para a vida de Isabel foi uma mudança na percepção de espaço: a modista, que morava com o marido em um apartamento de 68 metros quadrados, percebeu que imóvel tinha se tornado grande demais para os dois.

"Desapegar de várias coisas não foi fácil no começo", lembra. "Mas quando fui vendo o espaço mais limpo e fácil de cuidar, a facilidade para se vestir, o dinheiro que deixava de gastar, criei prazer no desapego".

Assim como Isabel, Fernanda também avalia que o maior aprendizado que o minimalismo trouxe para sua vida foi perceber que mais importante que ganhar muito, é aprender a viver com pouco.

"Com gastos baixos, consigo guardar dinheiro e não fico escrava de um salário", explica. "Ter tempo livre para praticar os meus hobbies, encontrar os meus amigos e família e até descansar é fundamental para mim desde então", comenta Fernanda.
MINIMALISMO - 12 COISAS PARA APRENDER E DECORAR - YouTube

Image capti.

Mais antigo que Cristo
Joshua explica que as atuais ideias que guiam comportamentos minimalistas são, na realidade, muito antigas.
"Se considerarmos a Revolução Industrial e a sociedade de consumo formada por ela, o minimalismo pode parecer novo. Mas conceito de reduzir acessos, em si, remonta aos estóicos e ao princípio das religiões", explica Joshua.
O Estoicismo foi uma escola filosófica da Grécia Antiga, surgida no século 4º a.C., que definia a felicidade como objetivo central da vida, sendo a felicidade um conceito relacionado a uma vida simples e em harmonia com a natureza.
De acordo com os estoicos, o sábio é, por definição, feliz. Por isso, segundo Joshua, a felicidade na vida é algo tão importante para os minimalistas.
Mas desde a sua concepção - o minimalismo seria mais antigo que a ideia de Jesus Cristo, portanto - o conceito de uma vida minimalista tem sido adaptado para a realidade social e econômica de cada época.
"Acumulamos tantas coisas em imóveis cada vez mais caros e menores; temos tantas roupas e só usamos as mesmas; armazenamos tanta comida, e grande parte vai para o lixo. Isso mostra como a sociedade de consumo criou gargalos que precisam ser resolvido.

oooooooooooooooooo

Este artigo motivou-me também a rever tudo o que tinha e a necessidade de cada roupa, cada objecto, enfim, tudo o que ao longo dos anos fui acumulando.
Hoje, depois de muito trabalho feito, tenho algumas gavetas vazias, estantes com menos livros e menos "tralha" a entupir a minha vida.
Como o minimalismo é um processo que nunca acaba, vou de etapa em etapa simplificando o meu modo de viver.
O meu lema actual é "menos consumismo"!!!!!!


Abrir as portas ao sonho

... ao maravilhoso... ao subtil... ao inefável encanto dos sons profundos do universo...
... franquear a entrada da verdadeira pátria da nossa alma!

Não, não é do vaguear da imaginação de que se trata, mas sim de uma outra dimensão da realidade. 
O mundo material não é senão a cristalização de um sonho e, se ele desaparecesse, o sonho subsistiria, porque só ele é real - é ele o criador de todas as formas sensíveis.



Hoje, com os desenvolvimentos das ciências e das técnicas, o homem não para de aumentar os seus poderes sobre a matéria, mas longe de esse progresso corresponder à sua felicidade, o homem continua a queixar-se de que não tem o suficiente.

Pois é, se a pessoa não tomar consciência daquilo que verdadeiramente necessita, faltar-lhe-á sempre qualquer coisa! Estará sempre à espera da nova descoberta, da nova invenção capaz de preencher o vazio que sente por dentro.

Aqueles que tem tudo, ainda assim, mostram-se insatisfeitos e infelizes. Porque as necessidades profundas do seu ser não são as do corpo físico, nem mesmo as do seu coração ou do seu intelecto, mas sim as da sua alma e do seu espírito. Ora, estas necessidades só podem ser satisfeitas pelo mundo espiritual.

Só os que tem o hábito de considerar tudo o que é espiritual como irreal, se recusam a reconhecer o lado maravilhoso do mundo real de vida e cor.

A verdadeira explicação para o encantamento que sentimos nos contos de fadas, é que o maravilhoso é uma necessidade da alma humana. É que aquilo a que chamamos irreal é, na verdade, real, ainda mais real do que aquilo que habitualmente consideramos como realidade.



Quando, em certas circunstâncias muito particulares, o subtil, o irreal, irrompem na nossa vida, podemos-nos sentir como uma árvore que, tendo sido arrancada outrora à sua terra e transplantada para outro local, num meio hostil, volta subitamente, à sua floresta natal, onde se poderá de novo enraizar e desenvolver.

Por analogia, aqueles que recusam ter em consideração estas necessidades da sua alma, sentirão sempre, no fundo de si mesmos uma certa insatisfação - uma saudade do seu lugar natal!

Estas regiões do sonho, regiões sublimes de onde vem todas as inspirações, as da música, da poesia, da pintura, da dança...é onde se podem beber as águas puras e sagradas, alimento da alma.


"Esforçai-vos, todos os dias, por abrir conscientemente as portas ao sonho.Será no sonho que encontrareis os elementos indispensáveis para reconstruir a vossa vida e lhe dar um sentido. Sim, só podeis reconstruir o real perecível introduzindo nele elementos do real imperecível. Então o vosso próprio rosto reflectirá algo desse mundo de luz, de beleza e de alegria inalterável. A verdadeira vida é isso." Omraam Aivanhov


Fonte: Omraam Mikhael Aivanhov, Nas fontes inalteráveis da alegria, Publicações Maitreya


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Os Contos de Fadas no desenvolvimento das crianças






A literatura infantil é uma arte, um fenómeno de criatividade, 
representando o mundo, o homem e a vida através de palavras. A literatura representa para crianças e adultos, o mágico, a fantasia, sendo a comunicação real para o mundo imaginário (COELHO, 2002). Diante desta arte, temos os contos de fadas, considerados literaturas antigas, que cumprem a função de expor a criança a situações que provocam desejos, curiosidades e medos, possibilitando que as crianças participem de problemas vinculados à realidade, como: conflitos entre mães e filhos, carência afectiva e entre outros. O seu desenvolvimento em busca de soluções acontece no desfecho de uma narrativa.

Para que a aprendizagem ocorra é necessário que os contos tenham algum valor significativo para as crianças, fazendo com que elas reconheçam as suas dificuldades e ao mesmo tempo sugerindo soluções para os seus problemas internos. 


O caminho da transformação começa agora!

O caminho da Transformação está cheio de opções e contradições!

De um lado as tormentas perigosas de um mar encapelado... do outro, um deserto árido de solidão sem fim à vista... E a cada momento mais escolhas... mais dificuldades...



Alguém já ouviu falar de transformação sem dor? Eu não... toda a transformação é dolorosa.

A transformação requer muitos sacrifícios. Ela é o encerramento de um ciclo, de uma era dentro de ti mesmo. Despedir-te de velhos hábitos, costumes, manias, afectos, relacionamentos, não é fácil. Requer desapego. E num mundo onde quase tudo é confundido com posse, é difícil desapegar. Mas é necessário.

Poderás sentir que és um caminhante cansado, perdido e desesperado...
Alegra-te! A tua alma sabe muito bem o caminho. Fica aberto às mudanças que tua alma anseia!



Somos o nosso Maior Inimigo!





Existem alguns conceitos básicos na Cabalá que podem orientar o nosso comportamento:

“Compartilhar algo apenas depois de o vivenciar”

“Não fazer a ninguém o que não gostaríamos que nos fizessem a nós”

“Todas as respostas estão dentro de nós.”

A “cura” (equilíbrio) não virá de fora!

Então, se apontarmos o Julgamento para dentro, poderemos distinguir, em nós, o que conservar e o que modificar.

O Tao ensina-nos que “poderoso não é quem controla os outros, e sim quem se controla a si mesmo.”

Controlar o mundo é uma missão impossível, porém controlarmo-nos a nós mesmos e o nosso impulso (às vezes autodestrutivo) é sempre uma missão absolutamente possível, e que nenhuma outra pessoa pode realizar por nós.

“O Espelho do Universo reflete as nossas atitudes”

Quando atingimos essa consciência, ganhamos também a capacidade de compartilhar e semear aquilo que desejamos receber na nossa vida, e dessa forma, criar o nosso futuro.

O caso é que nem sempre enxergamos os nossos defeitos, apesar de os percebermos nas outras pessoas. Mas se somos espelhos uns para os outros, podemos usar os nossos reflexos de forma construtiva, assim como fazemos quando penteamos o cabelo.

O fato de não gostarmos de determinado aspecto no outro, pode indicar algo a lidar dentro de nós; algo que esteja tão próximo quanto o nosso próprio nariz, o qual não conseguimos enxergar.

Todos esses motivos nos levam a perceber que a verdadeira luta não é externa, mas interna. Que não apenas sou o meu maior inimigo, sou também o único que tenho o poder de transformar os meus medos e eliminar bloqueios, ao conquistar as minhas limitações.

Então... ao mesmo tempo que 
Somos o nosso Maior Inimigo, 
também somos o nosso Único Salvador!!!

Como o caminho se faz caminhando, podemos decidir começar HOJE essa caminhada. Primeiro aceitando amorosamente as nossas limitações, sem crítica ou desânimo, e depois, no labirinto da vida encontrar os obstáculos que estão a ser entraves para a nossa evolução.

Fonte: Luisa Almeida em "The Kabbalah Centre"

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Os BLOQUEIOS da nossa Saúde e Bem-estar

Todos nós já pudemos, numa ocasião ou noutra, ver algum obstáculo a impedir a linha da fluidez. Uma pessoa que percorre um caminho e que encontra um grande tronco ou uma grande rocha, tentará contorná-los, algo que sem dúvida vai provocar um desvio do caminho original. O mesmo se passa com uma corrente muito forte que se divide e que contorna os vários obstáculos que vai encontrando no seu curso. De igual modo a água que flui num cano em que há um bloqueio num determinado local, vai originar uma dilatação daquele. Se a água não for desligada, o cano rebentará. O mesmo acontece com a energia.




Um dos objectivos principais de qualquer forma de medicina é retirar bloqueios do corpo humano. Esta energia, chamada "chi", a força da vida, ou energia electromagnética, corre na rede pessoal de forma parecida ao fluxo de sangue através do sistema circulatório. Quando aparece um bloqueio no sistema circulatório, cria-se um problema de saúde. A solução é libertar-se do bloqueio. O mesmo se passa quando um bloqueio acontece no sistema energético. Os bloqueios energéticos vêm-se em todas as áreas da vida, na saúde física, mental e espiritual, tornando as pessoas mais frágeis a acidentes e àquilo que chamamos de "azares", como por exemplo, encontrar parceiros inadequados e empregos que não são os melhores para nós, ter amigos que não são boas companhias, entre outros.




Por outras palavras, quando um bloqueio espiritual afecta o campo electromagnético da pessoa, a sua acção vai ver-se a todos os níveis. A cura holística é uma das melhores formas para libertar os bloqueios. Ao contrário da medicina convencional, as terapias holísticas, considerando o ser humano como um todo, uno e indivisível, vai às causas profundas do problema. Muitas pessoas ficam entusiasmadas quando descobrem que depois de vários tratamentos - por vezes até após um único tratamento - as vidas mudam imenso. Uma das razões que contribui para a mudança é a libertação dos bloqueios, cujo resultado é visto no dia-a-dia, nos estado físicos e mentais, nos relacionamentos, nas carreiras profissionais e num melhor bem-estar geral.

Resta apenas salientar que a reincidência dos bloqueios é muito fácil de ocorrer. Tão depressa nos sentimos maravilhosamente bem, quanto rapidamente estamos novamente deprimidos, com as mesmas dores e mal-estar. O que fazer então?

O segredo está em considerarmos que a responsabilidade da nossa cura está em nós. Os terapeutas, através das terapias que facultam, promovem o desbloqueio energético, harmonização e equilíbrio de todo o ser. No entanto, cabe-nos a nós reflectir sobre os comportamentos e atitudes que deram origem à doença, tentar corrigir os desvios do nosso caminho e reiniciar um NOVO modo de viver, com mais amor, alegria, felicidade, serenidade e gratidão.

Namasté










Os MUROS - do tamanho dos nossos MEDOS

Passava eu numa rua, quando o meu olhar se deteve num muro alto que se erguia ao longo de toda a via. A rua já era antiga e o muro também... mas nunca tinha reparado nele. Mas nesse dia saltou-me aos olhos aquela enorme massa, carregada de pedra e cimento e que estava ali com um propósito - o propósito de todos os muros - proteger a propriedade e quem nela vive.

Então nesse dia, várias conexões se fizeram na minha mente e da palavra "PROTECÇÂO" passei para a palavra "MEDO".

Desde sempre o homem, perante os seus medos construiu barreiras defensivas - MUROS! Eles tinham o nome de "muralhas", "fortes", "castelos"...
Modernamente são as "portas blindadas",os "condomínios fechados"... às vezes "arames farpados"...

Todos temos MEDOS, a diferença está na quantidade!!!

Há MEDOS antigos, muito antigos... e MEDOS modernos.

Há quem acarinhe os seus MEDOS, como animais de estimação, dando-lhes alimento todos os dias.
Há quem lhes feche a porta, negando a sua existência.
Há quem os aceite, percebendo que fazem parte de si e do seu percurso de vida.

Num lado caem MUROS, como o de Berlim e noutro constroem-se novos, como por exemplo o de Israel...

Os MUROS não nascem por acaso, não caiem do céu, qualquer muro TEM de ser construído! Podem ser de matérias diversas, podem ser frágeis ou robustos, podem ser espessos ou finos, altos ou baixos… 

A construção de um muro obedece sempre à lógica de delimitar um espaço que se quer resguardado, às vezes até, inviolável!

Há muros e muros… uns com nichos onde a terra se alojou e fez nascer pequenas plantinhas. Há muros cobertos de eras e trepadeiras. Também há muros de arame farpado!

E há também o "NOSSO MURO"!

Na linguagem simbólica de tudo o que nos rodeia, podemos encontrar motivos para reflectir. Então, nesse caso, a expressão de cada objecto vai para além da sua realidade física  e passa a corresponder ao pensamento, à emoção, à verdade que nos preocupa... à essência universal que constitui o TODO.

Pensemos agora no "nosso muro":

Quando começamos a construir o nosso MURO Interior? E porquê?

Foste escolhido!



Cada um de nós acredita que aquilo que somos e o que alcançamos, somos e alcançamos por nós mesmos. Pensamos: "Sou um advogado, um médico, um secretário, uma contabilista. Sou uma mãe, um irmão, um primo, uma irmã. Escrevi um livro, salvei um moribundo, estive na TV, fiz um milhão de euros. E todas estas coisas que eu sou e que consegui, é tudo obra minha".

Não, não é!

Mas se permitires que a essência - essa essência, essa qualidade da Luz que faz parte de ti - se manifeste, então entenderás que a razão de seres o que és e de teres alcançado o que alcançaste, é porque foste escolhido, por qualquer motivo, para seres o veículo dessa energia. O Criador colocou-te neste mundo, através da tua alma, para fazeres um trabalho específico. Não foste posto aqui porque tu és o teu trabalho, mas sim para ver o que vais tu fazer nessa posição.

O modo como respondemos ou agimos numa determinada situação é escolha nossa. No entanto, onde estamos neste momento, em termos do nosso papel neste mundo, nunca foi, na verdade, escolha nossa. Tomem o exemplo de uma criança que vem a este mundo: ela é colocada num ambiente com uma família que lhe possibilitará crescer de uma forma que lhe permita fazer o seu tikkun, a sua correcção. O mesmo se aplica a qualquer condição que alcancemos na vida; somo colocados em seja qual for a situação para fazer e completar o nosso tikkun. 

O que isto significa é que, quando fazemos algo na nossa vida e nos tornamos bem sucedidos e fazemos comentários do género "Uau, como sou esperto. Sabes, consegui aquele negócio, entendi. Como sou grande!, não nos deveríamos pôr na situação de dar palmadinhas nas costas a nós mesmos. 

Devíamos parar e entender que somos grandes porque é suposto estarmos nessa situação, porque o Criador instilou em nós a capacidade de fazermos o que fizemos.

E a pergunta passa a ser: o que vamos fazer com o "nosso" sucesso? 
Quem nos vamos tornar agora? 
Vamos ser a pessoa que éramos antes do sucesso? Ou vamos ser diferentes? Vamos ser uma pessoa melhor ou pior?

A maioria torna-se uma outra pessoa, para o bem ou, infelizmente, para o mal. Mas, sem a Luz do Criador, nunca poderíamos ser quem somos ou fazer o que fazemos.

Fonte: "Consciência Diária" com Karen Berg - Directora Espiritual da Kabbalah Centre - https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/153469b05f250809

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Dentro das cores a luz é a mesma




O teu começo vem de muito longe.
O teu fim termina no teu começo.


Contempla-te em redor.
Compara. 

Tudo é o mesmo.

Tudo é sem mudança.
Só as cores e as linhas mudaram.


Que importa as cores, para o Senhor da Luz?
Dentro das cores a luz é a mesma.

Que importa as linhas, para o Senhor do Ritmo?
Dentro das linhas o ritmo é igual.

Os outros vêem com os olhos ensombrados
Que o mundo perturbou.
Com as novas formas,
Com as novas tintas.

Tu verás com os teus olhos.
Em Sabedoria. 
E verás muito além.

Cânticos de Cecília Meireles.

É preciso ter tempo para estar sozinho

É impressionante como estar sozinho com os nossos pensamentos, e por apenas 15 minutos, parece uma ideia tão infeliz para muitas pessoas — espanta-se Timothy Wilton, líder do estudo sobre os efeitos da solidão.





Na era da interacção total, afastar-se para refletir é difícil, mas necessário, dizem especialistas.

Por apenas 15 minutos:
- Desligue o seu telemóvel. Feche o livro. Livre-se da televisão. Evite o contato com qualquer pessoa.  É um tempo curto, mas, para muitos, esse momento de solidão dura uma eternidade, como se fosse contra a própria natureza. Mesmo quando estamos de portas fechadas, a ansiedade parece acompanhar-nos. Relaxar é uma missão olímpica. Sozinhos, sentimo-nos mal acompanhados!

Uma amostra de como não entendemos — e evitamos — a solidão veio este mês de um estudo publicado na revista científica “Science”. Pesquisadores da Universidade de Virginia (EUA) fizeram uma experiência para entender como 18 homens e 24 mulheres se comportariam sozinhos, fechados numa sala por 15 minutos, sem ter o que fazer. A todos foram dadas duas opções: passar esse tempo pensando ou infligindo-se choques elétricos. Doze deles e quatro delas, entendiados, preferiram as descargas. Um dos voluntários chegou a recorrer ao castigo 190 vezes durante os 15 minutos.

Cientistas asseguram que estar só por alguns momentos aumenta nossa paciência e estimula a criatividade.

Ensinamentos...por OSHO


Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) nasceu em Kuchwada, Índia, a 11 de Dezembro de 1931. Foi o fundador de um movimento filosófico-místico, primeiro na sua terra natal e, mais tarde, nos Estados Unidos. Não se considerava um filósofo, mas um místico. Durante a década de 1970, foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e, mais tarde, como OSHO. O termo osho designa um renunciante, ou seja, uma pessoa que dedicou sua vida a disseminar a sua experiência da verdade, sendo mantido pelos seus discípulos (chamados sannyasins).


Para os seus discípulos,os seus ensinamentos levam à realização da liberdade pessoal, através da percepção individual das amarras aprisionadoras das tradições e das autoridades estabelecidas. Embora Osho nunca tenha escrito nenhum livro, 650 títulos em 57 idiomas foram criados e têm sido publicados a partir de transcrições dos seus discursos e palestras. São livros que até hoje fazem muito sucesso em muitos países,

É uma figura extremamente polémica. Em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo.

OSHO faleceu em 19 de Janeiro de 1990. Algumas semanas antes dessa data, foi-lhe perguntado o que aconteceria com seu trabalho quando ele partisse. Ele disse: "A minha confiança na existência é absoluta. Se houver alguma verdade naquilo que estou a dizer, isso irá sobreviver... As pessoas que permanecerem interessadas no meu trabalho irão simplesmente carregar a tocha, mas sem impor nada a ninguém..."



Alguns ensinamentos de OSHO:




AMOR

“Lembra-te de não armazenares o teu amor, de não seres calculista.
Não sejas mesquinho, assim perderás tudo.
Ao contrário, permite que teu amor floresça e compartilha-o,
oferece-o, permitindo que ele cresça.”




Criem um espaço em que possam ouvir os vossos guias espirituais

Hoje partilho, com todos os que me lêem, esta tão útil mensagem que recebi de um amigo.
Neste tempo de grandes mudanças, temos de dar passos em frente e fazer o nosso próprio esforço para mudar também. Os nossos guias espirituais, estão sempre ao nosso lado para nos apoiar, aconselhar e iluminar o caminho. 

Como escutar os nossos guias espirituais? Abrindo o nosso coração à sua LUZ!





"Todos nós somos um em Deus, nosso eternamente amoroso Pai, e por causa desta verdade inviolável, nós - cada um e todos nós, todo ser senciente já criado - temos garantido e assegurado o nosso lugar, nosso assento, nosso lar no Reino eterno de Deus.

Lá no nosso fundo, todos nós conhecemos e experimentamos essa segurança, essa certeza e o Amor em que estamos envolvidos.

Aqueles que aparentemente experimentam a vida na ilusão também sabem disso, mas devido aos limites e restrições que ela coloca ao conhecimento e consciência, o acesso a esse saber pode ser difícil de se conseguir.

Entretanto, por regularmente tirar um tempo na tranquilidade e sozinho, vocês podem se permitir criar um espaço em que podem relaxar, escutar ou entender seus guias espirituais.

Para alguns é uma sensação intuitiva de palavras ou ações corretas a serem utilizadas entrando em suas mentes para facilitar, modificar ou resolver questões que os têm preocupado.

Para outros pode ser uma experiência definitivamente de "ouvir" o sábio conselho de um ou até um número de seus guias como uma conversa.

O Arcanjo Rafael saúda a Primavera!

"As quatro estações estão sob a influência de quatro arcanjos:

* Rafael preside à primavera, 
* Uriel ao verão,
* Miguel ao outono, 
* Gabriel ao inverno. 




Quando se aproxima o equinócio da primavera,todos os espíritos e forças da natureza trabalham sob a condução do Arcanjo Rafael para reanimar a vida por toda a parte. Esta renovação na natureza é para os humanos sinónimo de regeneração e, portanto, também de cura.

Todas as emoções negativas se baseiam na ignorância

Ensinamentos de Sidarta Gautama




Nós, seres humanos, ocupamo-nos com a busca da felicidade e a cessação do sofrimento mais do que com qualquer outra atividade, profissão ou lazer, empregando inúmeros métodos e objetos. É para isso que temos elevadores, pilhas recarregáveis, lava-louças, torradeiras reguláveis, cortadores com pilhas para os pelos do nariz, sanitas com assento aquecido, telemóveis, Viagra, carpetes… Mas, inevitavelmente, tais confortos trazem uma dose correspondente de dores de cabeça.

As nações buscam a felicidade e a cessação do sofrimento em grande escala, lutando por território, petróleo, espaço, mercados financeiros e poder. Travam guerras preventivas para afastar a expectativa de sofrimento. Cada um de nós faz a mesma coisa ao utilizar a medicina preventiva, tomar vitaminas e vacinas, fazer exames de sangue e tomografia computorizada do corpo todo. Estamos a procurar sinais de sofrimento iminente. E, uma vez encontrado o sofrimento, imediatamente tentamos encontrar a cura. Ano após ano, novas técnicas, livros de auto-ajuda procuram fornecer soluções duradouras para o sofrimento, de preferência atacando o problema pela raiz.


Sidarta Gautama também estava a tentar eliminar o sofrimento pela raiz, mas não estava a idealizar soluções tais como iniciar uma revolução política, migrar para outro planeta ou criar uma nova ordem económica mundial. Ele não estava sequer a pensar em criar uma religião ou um código de conduta que propiciassem paz e harmonia. Sidarta explorou o sofrimento com a mente aberta e, por meio de incansável contemplação, descobriu que, no fundo, são as nossas emoções que provocam o sofrimento. De uma maneira ou de outra, direta ou indiretamente, todas as emoções nascem do egoísmo, no sentido de que implicam em apego ao eu. Além disso, ele descobriu que, por mais reais que pareçam, as emoções não constituem uma parte intrínseca do nosso ser. Elas não são inatas, nem tampouco alguma espécie de maldição ou implante imposto por alguém.

O Natal chega com a magia das fadas e dos anjos



"Uhhhh, uhhhh! Soam as sirenes do Palácio de Cristal das Fadas do Frio, que se situa no Alasca! Um lugar onde faz muito frio e todos vestem roupas quentes! Mas é também um lugar onde se sente a energia do sol e das suas fadas. Tiriri, a fada veloz, rapidamente entrega a notícia através do som emitido pelas suas conchas mágicas.

Que confusão no palácio! É junho, e as fadas do frio têm de se despachar para começar a preparar tudo para o Natal. Faltam menos de seis meses para esta quadra tão especial! Neste trabalho mágico de preparar o Natal, as fadas têm a ajuda de renas, corujas e ursos polares… mas, também, dos anjos do Natal.

No Palácio Natalício dos Anjos, há um anjo muito especial: Tintim. Ele usa sempre um gorro com sininhos, então todos lhe chamam o anjo sineiro. Ele faz tocar os sininhos do seu gorro, para avisar todos os anjos, com os seus sons, que comece um trabalho intensivo para o Natal que está a chegar.

Anjos e fadas são responsáveis por preparar a decoração do planeta, para que o espírito do Natal seja perfeito. Para que as crianças e os adultos sintam essa magia e felicidade.

As paredes do Palácio de Cristal das fadas estão pintadas com flocos de neve e com imagens bonitas dos diferentes natais que prepararam ao longo dos anos...

O RISO do SÁBIO

O que tem de tão particular o riso do sábio?
Eis uma questão que nos põe Omraam Aivanhov numa das suas palestras.


Omraam Aivanho

É o riso da liberdade! 
Aquilo que o sábio compreendeu libertou-o dos fardos inúteis da existência, fez com que ele ultrapassasse essas regiões das nuvens e da poeira que são o plano astral e o plano inferior, para se elevar até às regiões onde brilha um sol eterno.

O maior desejo do sábio é transmitir, aos que vivem perto dele ou que vêm visitá-lo, essa sabedoria que ele conquistou à custa de tanto esforço. Mas é necessário muito tempo para comunicar aos outros aquilo que se compreendeu para si mesmo.

Assim, a única coisa que o sábio pode comunicar de imediato é a alegria que lhe advém dessa sabedoria, a alegria que enche e transborda do seu coração, e o riso é a expressão dessa alegria, a que também podemos chamar amor.

A verdadeira sabedoria não é triste nem sombria como muitos imaginam, porque na verdadeira sabedoria também existe amor: o coração e o intelecto trabalham em conjunto.

A candeia do sábio não projecta unicamente a luz fria do intelecto que raciocina, assinala e sublinha as mínimas imperfeições; ela brilha mas, ao mesmo tempo, difunde calor e amor, e é por isso que é alegre. 

A candeia do sábio está cheia de jovialidade! Como o sol!



Objectivamente, o sol que brilha no céu aparenta ser apenas uma bola de fogo, mas então por que é que as crianças o desenham pondo-lhe um sorriso? Instintivamente, as crianças compreenderam algo muito importante: elas sentem que há alegria na luz do sol. Como também há alegria na chama de uma candeia.

O riso do sábio é a manifestação de um ser que se libertou!

Por que é os humanos continuam a criar limitações e cargas inúteis para si próprios? É porque se embrenham na matéria que eles perdem a sua alegria. Todos os fardos que amontoaram pesam no seu coração. Se se desembaraçarem deles, a alegria voltará!

Fonte: "O Riso do Sábio", Omraam Mikhael Aivanhov

Artigos relacionados:
- "As Cores do Riso"
- "O que é o Sol?"
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