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A Mandala de Cura dos nossos medos


MEDO!!! Quem tem medos? Receios? Pânico?...

Muitos respondem assim: - Eu não tenho medo de nada! (Acho que eles se estão a referir ao medo de um cão, do escuro ou de outra coisa como fantasmas!) AhAhAh!!! Quem tem medo de fantasmas? Cá eu não! Respondem superiores.

Outros, os mais medrosos, respondem que tem medo de muitas coisas: medo de estar sozinho, medo do mar, medo das alturas... Qualquer coizinha lhes faz medo!

O que é o medo?

Será um sentimento? Um pensamento? Uma emoção? Uma reacção fisiológica? Algo natural e intrínseco ao ser? Tudo isso ao mesmo tempo e mais um pouco?


A sensação de medo acompanha a evolução do cérebro humano há milhares de anos quando os nossos ancestrais tinham que lidar com os perigos constantes daquela época. No sistema límbico, uma parte mais primitiva do cérebro, é onde se encontra a amígdala que é responsável pelo disparo desta sensação e que coordena reacções instintivas. (Ex: Se estiveres a andar e vires uma cobra, reages saltando imediatamente sem sequer pensar a respeito disso).

O aspecto interessante aqui é que esta resposta instintiva que está embutida no nosso cérebro como uma ferramenta de sobrevivência, corresponde apenas a uma parte dos medos que sentimos e vivemos nos dias de hoje.

Então os medos mais importantes quais são? 
Qual é o medo que temos de curar primeiro?

Mandala do "Encontro encantado entre o Sol e o Mar"


Inspirada pelo bater das ondas... pelo espraiar das águas sobre os rochedos... pelos serenos fins-de-tarde, quando o sol se põe... assim nasceu esta Mandala.

Praia de Moledo
O azul da Mandala inspira-me a serenidade do azul do céu e do mar! Tantos azuis! Tantas tonalidades de luz tem a natureza quando entra em nós e nos traz mensagens do sagrado em nós.

E os amarelos... a luz do sol que brilha no Centro da Mandala - a Essência de tudo, do Todo!

Meditar com Mandalas é fazer uma peregrinação da "periferia" ao "Centro" e banhar-se da luz que emana do coração da Mandala deixando que o nosso coração absorva lentamente essa luz. Depois é trazer essa luz ao mundo cumprindo a nossa missão de vida!

Namasté!

Ver mais trabalhos em lã feltrada na página do Facebook "Etiqueta Arco-Íris".
Esta página é para divulgação e venda dos artigos que confecciono.
https://www.facebook.com/etiquetaarcoiris/


Outros artigos relacionados
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- "Mandalas de harmonização dos Chakras"
- "Mandala da Criança Interior"


Mandala do SIM

Todos os nascimentos brotam de um SIM.
Todos os medos começam por um NÃO.



Esta Mandala inspira-te a reflectir nos SINS que tens dito ao teu processo de vida.
Esta Mandala projecta em ti coragem e determinação para largares os sofrimentos do passado e abraçares com confiança o SIM do teu momento presente.

Na dualidade SIM/NÃO, quase sempre ganha o Não, pois carrega menos comprometimentos e menos desafios.
Dizer SIM à vida é um acto de coragem!
Dizer SIM é abrir uma caixinha de surpresas! É confiar e deixar a vida fluir.
É claro que o SIM apresenta riscos desconhecidos mas é o caminho para a liberdade.


Porque é o SIM tão difícil?
Porque temos tanto receio de enfrentar um SIM?

Talvez porque um SIM é sempre um passo em frente, é uma aceitação do que a vida nos traz, é como abrir uma janela para o desconhecido.
Quando dizemos SIM, baixamos o controlo sobre os acontecimentos da vida e isso causa-nos muita instabilidade emocional. Controlar, projectar, organizar... faz tudo parte de um conjunto de intenções que produzem em nós um sentimento de segurança - pseudo-segurança! já que nada está na nossa mão. Se tudo na vida é imprevisível, porque queremos controlar tudo? Pura ilusão!

Não gosto, não quero, não vou, não concordo... Começamos a dizer NÃO quando éramos crianças aprendendo dos pais que o utilizavam o tempo todo, dirigindo-nos para o caminho que consideravam "certo". Claramente que o SIM não se aprendeu dos pais!

Dizer um SIM cheio de confiança na vida é hoje uma aberração! É desconcertante encontrar alguém que aceita com sorriso, imprevistos tanto bons como maus.

O SIM perseguiu-me durante muito tempo. Eu fugia dele e adiava constantemente enfrentá-lo. Pensava que quando o dissesse, abriria a porta a todo o género de perigos, improváveis e medonhos - doenças, catástrofes, mortes... enfim, coisas terríveis que seriam atraídas pelo meu SIM.




Um dia quando me deleitava a observar uma série de obras de arte, deparei-me com um quadro da "Anunciação do Arcanjo Gabriel". O assunto e as imagens são sobejamente conhecidas, no entanto o meu olhar despertou dentro de mim algo de novo. Foi nesse momento que tudo mudou. E o SIM pareceu tão fácil de dizer! Ali, em frente ao quadro do SIM daquela rapariga simples, percebi que dizia um SIM à vida e que era solidária com todos os SINS já proferidos por pessoas corajosas, que seguiram em frente, largando todo o controlo e aceitando a vida "porque sim".

Todos os dias renovo o meu SIM:
Digo SIM a tudo o que nesse dia vier ter comigo.
Digo SIM ao meu propósito de vida.
Digo SIM à Luz Divina que ilumina a minha vida e na qual deposito todos os meus dons.

Dizer SIM é hoje uma nova forma de VIVER.


Mandala da Gratidão


Hoje, ao romper do dia, acordei com um sentimento enorme de gratidão. O meu coração transbordava de amor e gratidão a Deus pelas maravilhosas "prendas" que me tem dado.

Envolta na luz da gratidão, fui impelida a desenhar e a colorir esta Mandala. Foram surgindo as cores e as formas sem deixar que a minha parte mental interferisse, pois queria que a minha mão fosse o eco do sentir da minha alma.

Hoje ofereço-vos esta Mandala da Gratidão, para que, inspirando-vos nela - hoje também - possam sentir e reconhecer todas as dádivas da vossa vida.


"Quando nos sentimos gratos por alguma coisa, reconhecemos aquele que dá, tomamos conta daquilo que nos foi dado e partilhamo-lo com os outros. Percebemos que a verdadeira medida do êxito não é o que conseguimos alcançar mas se utilizámos ou não os talentos que Deus nos deu para darmos o melhor aos outros" Elizabethe Prophet

"Se a única oração que disserdes em toda a vossa vida for "obrigado", isso já é suficiente" Mestre Eckhart


Outros artigos relacionados:
- "Mandala da Alegria"
- "Mandala da Abundância"
- "Mandala Arco-íris"

Mandalas - a leitura simbólica de uma identidade


A observação deste quadro da pintora Lourdes Castro, parte integrante da exposição no Museu de Serralves,  levou-me a reflectir sobre questões relacionadas com a identificação do eu e com o reflexo do mesmo na expressão gráfica. 


A imagem deste quadro fez-me a pensar em Mandalas. Não que este desenho seja uma Mandala (nem tampouco a autora quis que o fosse), pois embora a forma mandálica seja circular, ela é um espaço totalmente preenchido e não vazio.
E o exterior, terá esse espaço algum significado?
Esse campo envolvente foi sempre considerado um espaço "de segunda", pouco nobre, profano, já que o "sagrado" estava no Centro e consequentemente deveríamos para lá "obrigatoriamente" remeter sempre o nosso olhar e o nosso querer.

Mas esta imagem puxa-nos para o exterior do círculo e o espaço central em branco confunde-nos e questiona-nos - haverá beleza para além desta fronteira circular? Qual o significado deste "dentro e fora"?

E se esta imagem fosse uma mandala? E se alguém a desenhou, recusando preencher o centro com formas e cores... e dedicou toda a sua atenção ao espaço periférico? O que a levou a essa opção? Que estados de alma a fizeram galgar essa linha, esse muro pensado inexpugnável e atrever-se a manifestar-se num espaço que não era seu?

Algumas considerações relevante para este estudo:

Plotino faz referencia sobre as Mandalas com a citação:" Deus é uma esfera (ou círculo) espiritual cujo centro está em toda a parte e cuja periferia não está em lugar nenhum". Assim  como Plotino, vários filósofos naturais achavam que a divindade era o começo, o meio e o fim.

Para os autores Chandra e Kuman, a Mandala é um símbolo da experiência humana e corresponde a uma ponte do material para o espiritual e consiste de duas partes, uma externa que é a periferia e o centro que é a perfeição.

Para Jung, as Mandalas são representações do centro da personalidade por meio de uma figura geométrica e representada por um círculo ou um quadrado. esses símbolos estão vinculados aos aspectos pessoais do Self.

A questão da dualidade - do dentro e fora, na construção de uma Mandala, coloca-nos perante a construção e aceitação do nosso Eu. Tomando como referência a linha circular que delimita uma Mandala e que segundo vários autores define a fronteira da expressão da personalidade do sujeito, então todo o desenho realizado no exterior dessa linha poderá significar que o sujeito se posiciona fora de si mesmo, abafando ou até negando a parte intrínseca de si mesmo.

Na nossa vida, mil e uma Mandalas são desenhadas em cada instante... elas não se vêem, mas constantemente nos interrogam e nos obrigam a fazer escolhas...

Embora "o lado de fora" da nossa Mandala pessoal possa parecer apelativo e por vezes, até fascinante, teremos de perceber que sempre que "saímos", saltando essa fronteira, esse círculo indelével, estamos a colocar-nos nos terrenos ilusórios do Ego.

Ao traçarmos o circulo mandálico, impomos a nós próprios que pertencemos, por vontade própria, a esse espaço sagrado e que é dessa linha periférica que partiremos em direcção ao grande Centro. Nessa demanda do nosso Graal, muitos são os perigos e obstáculos, mas existe sempre a certeza de que cumpriremos a nossa missão - é só e apenas uma questão de tempo!

Trata-se então da vivência do real e do ilusório e da consciência dessa diferença.

À medida que reflectia nas ambivalências e contradições da nossa vontade, deste querer "estar dentro", porque a nossa alma anseia a luz que o Centro emana e ao mesmo tempo o gosto pelo conforto de "estar fora", senti que passamos a vida a desenhar cirunferências, maiores ou menores, apenas para satisfazer a pseudo-identidade do nosso ego.

Mas o nosso ego tem muitos truques...

Outra forma de subvertermos as regras "mandálicas" que mais não são do que as regras da progressão do nosso caminho de vida, é ignorarmos definitivamente as questões do "dentro e fora" e apagarmos qualquer linha que nos limite. Assim, numa pseudo-liberdade viveremos a alegria da ilusão num reflexo tosco da nossa identidade!!!






12 Desejos coloridos para 2018




Penso no LARANJA das frutas de verão e desejo ser criança outra vez, não levar a vida tão a sério, brincar, cantar e dançar, vivendo com entusiasmo cada dia.

Penso no AZUL do céu e das águas e desejo a sua quietude para o meu coração e a sua confiança no processo da vida.

Penso no AMARELO do Sol e do ouro e desejo impregnar-me das suas vibrações e ser também um sol dourado em cada dia, irradiando luz e bondade à minha volta.

Penso no VERMELHO do fogo e do sangue e desejo a sua força de vida, o seu poder para vencer os desafios e a sua energia vibrante para afirmar o meu valor.

Penso no VERDE da natureza e desejo a sua paz, o seu equilíbrio e a compreensão de que os percursos da vida constituem todos o meu caminho e as pessoas com quem me cruzo,todas são fontes de aprendizagem.

Penso no ROSA das mantas fofas de lã e desejo esse abraço de amor e carinho para os dias em que me sento mais abandonado e infeliz.

Penso no CASTANHO da terra e dos troncos das árvores e desejo que a Mãe Terra receba todas as minhas mágoas, preocupações, medos  e faltas de amor e as transmute em seiva nutritiva para todo o meu ser.

Penso no AZUL TURQUESA das águas límpidas dos mares e desejo a sua jovialidade, a sua alegria e a coragem para expandir toda a minha criatividade.

Penso no VERDE-LIMÃO e desejo o seu poder rejuvenescedor e purificador para todas as células do meu organismo, libertando-me de todas as toxinas que prejudicam a minha saúde.

Penso no ÍNDIGO do céu nocturno e desejo clarear a minha mente com o seu poder libertador, desobstruindo-a de barreiras, limites e inibições.

Penso no MAGENTA e desejo o seu poder amável e generoso que me leva a amar-me a mim mesmo e aos outros com verdadeira aceitação e reconhecimento.

Penso no VIOLETA e desejo o seu poder transmutador para me libertar do meu passado com amor e perdão e a sua energia invencível para viver sempre no presente, aceitando os "presentes" que a vida me traz.

E assim, impregnados com as vibrações de cada cor, entramos em 2018, com o entusiasmo e a confiança que nada poderá abalar.


Colorir uma especial MANDALA DA ALEGRIA


As Mandalas são círculos mágicos de força que oferecem um equilíbrio visual, simbolizando união e harmonia.  São um elemento poderoso na psicoterapia, facilitando a comunhão da pessoa com seu próprio poder e o poder do cosmos.

O significado de cada Mandala é diferente e único!

As Mandalas podem ter diversas finalidades. Podemos usar uma Mandala para a cura emocional, que influenciará positivamente o nosso estado físico, proporcionando-nos mais saúde e vigor. Também podemos utilizar uma Mandala para a cura de ambientes, tal como o familiar e o de trabalho, ou para preparar um espaço especial. Podemos utilizar uma Mandala com fins de diagnóstico pessoal, já que quando fazemos, ou pintamos, a nossa própria Mandala, esta reflecte o nosso inconsciente no momento presente.





Jung diz que “A Mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu. Nesse último caso, exerce uma função estimulante e criadora.”


Hoje a minha proposta é 
como fazer a sua própria
 MANDALA  DA  ALEGRIA

Mandala da ABUNDÂNCIA




Existem muitos desenhos de Mandalas considerados como "Mandalas da Abundância" (e também, cada um de nós pode desenhar e pintar a sua). 

Mas para que esta Mandala seja "a nossa" Mandala da Abundância, é necessário que primeiro façamos uma reflexão sobre o que significa para nós a verdadeira "abundância".

A abundância flui quando acreditamos que somos merecedores de usufruir, por direito Divino, de todas as coisas que NOS possam fazer felizes num nível mais profundo. 

A vida é um constante fluir, mas podemos atrapalhar esse fluxo quando guardamos muitas coisas sem usar, e com isso passamos ao 
Universo a mensagem que não confiamos que Ele nos dará tudo que precisamos na hora certa. 

Abundância é a certeza que sempre teremos o que necessitamos, sem que, para isso, precisemos de guardar bens para garantirmos um possível futuro. O que melhor podemos guardar é a certeza que a providência Divina nos suprirá sempre... porque é uma fonte inesgotável.

A MANDALA no mundo dos ÍNDIOS




Quando olhamos para o círculo cultural dos índios, não encontramos, nem aproximadamente, mandalas tão magníficas quanto as rosáceas das antigas catedrais góticas. Os índios não deram às suas mandalas, formas tão permanentes, com exceção das suas moradas (as tendas típicas e os "pueblos"). Em compensação conservaram vivas, de maneira consciente, as mandalas, que deram origem à sua cultura.

Para podermos vivenciar as suas mandalas, precisamos de conhecer um pouco das bases da vida indígena.

Para o índio, a criação é a manifestação da harmonia, e nela ele reconhece a lei da polaridade, assim como a subsequente lei do quaternário: ele reconhece a dependência e a combinação dos quatro elementos e das quatro estações do ano, dos quatro pontos cardeais, das quatro fases da vida e das quatro raças humanas.Para o índio quando um dos quatro polos abandona a ordem, todo o equilíbrio é perturbado.

O traçado do movimento aparente do sol

A energia do sol, durante as quatro estações, reflete para ele exatamente a energia nas suas quatro fases da vida. Assim, ele se encontra no centro de uma MANDALA construída de muitos círculos concêntricos menores e maiores, mas todos análogos e expressão de um único centro.

O símbolo do Sagrado nas Mandalas

O YANTRA 



O habitat do homem primitivo, era concebido em forma de Mandala. Nós, pelo contrário, vivemos em casas retangulares, sinal do nosso “mergulho” na matéria. Os lugares santos, as casas de Deus, TODAS têm forma de Mandalas. O plano no solo, tanto das igrejas de estilo basílico, como dos templos ortodoxos gregos, é idêntico ao do YANTRA tibetano: o quadrado, simbolizando o plano da matéria e o círculo, para figurar o plano Divino.

Estas duas formas encontram-se no princípio e no fim do processo evolutivo das formas. As formas primordiais, que são movidas por esse dinamismo interno, são chamadas de YANTRA.

UM YANTRA É UM MICROCOSMO VIBRATÓRIO.

A função do YANTRA é ser símbolo de revelação das verdades cósmicas.

Viver com as Mandalas


Hoje partilho com vocês a minha paixão pelas MANDALAS. 

Gosto de colorir mandalas quando me sinto nervosa, isso traz-me serenidade e calma. Também uso as mandalas para meditar numa determinada cor, num determinado tema mas principalmente para encetar o caminho em direção ao centro de mim mesma.

Celina Fioravanti, no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados” explica: “Quando fazemos o contato visual com uma mandala, a nossa energia altera-se e essa modificação é sempre muito positiva”.

A mandala pode considerar-se como um campo de forças, no qual as formas, a estrutura numérica e as cores possuem poderes vibracionais atuantes.

"O voo para a felicidade"
Quando coloco à minha frente uma folha em branco e começo a elaborar uma mandala, para mim ou para alguém com quem me coloquei em sintonia previamente, é sempre um momento mágico! Os desenhos vão surgindo com formas e cores diversas, nascidos das emanações do ser que se manifesta aí para que seja experienciado. Uma dádiva!
Muitas vezes faço mandalas na praia com conchas e pedrinhas, no jardim, com folhas e flores ou numa refeição com os legumes ou frutas da salada. Sintonizando-me com a natureza ela retribui com carinho enviando mensagens maravilhosas.

A minha mandala de folhas e flores







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