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Meditação com MANDALAS - a atracção do CENTRO

Meditação é a arte de deixarmos a nossa mente serena e tranquila. Quando fisicamente nos sentimos cansados e exaustos, só temos um objectivo em mente: dormir, relaxar, descansar... Essa é a maneira que encontramos para nos recuperarmos do cansaço, caso contrário, o estado contínuo de fatiga pode-nos levar a doenças.

Mas a nossa mente nunca descansa; pois ela encontra-se activa dia e noite. Mesmo durante o sono, ela está a funcionar, mandando estímulos para o nosso corpo para este se recuperar da luta diária.

O exercício da Meditação permite que consigamos acalmar um pouco a nossa mente. Quando a nossa mente se silencia, conseguimos perceber outras vibrações inerentes ao nosso ser. Conseguimos entrar na intimidade da nossa criança/divindade/mago interior, que permite o contato com os desejos mais íntimos da nossa alma. Assim, aprendemos a redireccionar o nosso caminho na direção da nossa evolução como seres humanos plenos.

A meditação com Mandalas 
é uma das formas de fazermos um caminho em direcção ao Centro 




A visualização meditativa de uma Mandala tem a propriedade de sintonizar-nos com a nossa essência, fazendo um convite à introspecção, propiciando um distanciamento dos problemas imediatos e induzindo ao exercício da contemplação.

Meditar com MANDALAS e MANTRAS

Todas as técnicas de meditação contém a mesma intenção, levar-nos em direção ao centro.
Há, contudo, muitos processos diferentes como também inúmeras mandalas, mas... só existe um centro!

Do mesmo modo que não existem mandalas certas ou erradas, não há também técnicas certas ou erradas de meditação. Nenhuma discussão a este respeito chegaria a tocar o essencial e seria apenas uma distração para o intelecto.
Cada um, se quiser, deverá buscar a forma que mais lhe convier no momento - já tentou algumas das possibilidades? Pela minha experiência, o tipo de técnica é menos importante que do a regularidade, porque só esta conduz à primeira decisão: ou o intelecto ou nós mesmos.

Na palavra "concentração" há duas chaves que nos ajudam a perceber do que se trata: a "centralização" (processo cujo objetivo é o centro) e "concêntrico" (junto, mutuamente sintonizado). Por exemplo: uma pedra atirada na água produz círculos concêntricos.



A concentração está portanto, duplamente ligada à mandala. Basta que nos tornemos receptivos à mandala e depois a contemplemos para que o processo de concentração comece por si mesmo.
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